terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Uno: indizível e indivisível



Todos nós, um pouco sem pensarmos muito profundamente no assunto,
aceitamos os versos de amor de Camões como o supra-sumo da eloquência e
da verdade acabada e perfeita.
Mas, há descobertas que vamos fazendo..
e eu,insignificante pessoa no meio de milhões,
sem veia poética que se conheça,
fiz uma descoberta maior do que a do poeta.
Descobri que o amor não está em nós, mas no outro
e, que quando amamos e, ao que parece ainda estou a descobrir o que isso é
não há limites estabelecidos entre os dois que se amam
É um bater de coração único
É um pensamento só
É o mesmo penar e o mesmo sofrer
Não "é ter com quem nos mata, lealdade"
Porque quando ferimos o outro, prolongamento de nós próprios,
somos nós que sentimos a dor..

E porque a dor é a mesma e, porque os dois somos UM,
torna-se impossível saber onde começas tu e termino eu!

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Selinho oferecido pela Verinha

Selinho oferecido pela Verinha
a quem eu muito agradeço!