Por muito que nos esforcemos,
nunca conseguiremos ser, verdadeiramente, uma ilha.
As nossas ações, por mais banais que nos possam parecer,
interagem e podem causar mossa a quem está ao nosso redor.
E vice-versa...,
nunca conseguiremos ser, verdadeiramente, uma ilha.
As nossas ações, por mais banais que nos possam parecer,
interagem e podem causar mossa a quem está ao nosso redor.
E vice-versa...,
Ao longo do tempo, vamos estabelecendo rotinas, às quais, bem ou mal,
nos habituamos e acabamos por construir, tendo em conta essa premissa.
Mas não podemos, porque nada é estático, nem depende unicamente de nós.
A exemplo, refiro o facto de estar confortável com uma pessoa que,
vindo duas manhãs por semana, mal ou bem, facilitava a minha vida,
no que à limpeza da casa e compras dizia respeito:
o processo mecanizou-se e com o tempo, deixou de ser algo
com que me precisasse preocupar, ou sequer pensar muito.
Fluía..., quase sempre bem!
No entanto, as pessoas não são robôs e tomam decisões,
e essas decisões, neste caso, afetaram-me, afetaram-nos diretamente.
Passamos do que está orientado e em conformidade para o caos eminente.
Ou, por forma a que o caos não se instale, o nosso grau de esforço,
tem necessariamente de aumentar, o que a maior parte das vezes,
não é fácil..., mas.. pronto! É o que é.
Só temos de aceitar e adaptarmo-nos,
ou arranjar novas soluções para o problema.
E já agora, quem diz mossa, diz cor..
também há quem nos acrescente, com as suas ações.
E quero crer que também as minhas ações possam, em determinada altura ou situação,
levar algo de positivo por aí. Quem sabe...
E mais do que isso, às vezes, há males que vêm por bem!
Não sei se será bem este o caso..., a ver vamos. :)
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Manuela Moreira








