Quem não tem de "botar faladura",
pode dedicar-se com mais atenção,
a ouvir e a refletir sobre o que ouve.
Nem sempre o que parece, é.
E o que à partida parece fazer parte e fazer-te parte,
não é, reflexão feita, tão verdadeiro assim.
E a conclusão advém,
da análise fina do que é discutido,
quando dás por ti a ser mais espectadora do que conhecedora.
Análises e reflexões fotografadas,
anotações e constatações validadas, porém,
podemos aceitar que até possa fazer sentido.
Aqui faz-se um intervalo para pensar...
Pensar,
Sobre quem naturalmente está,
quem naturalmente conta,
e quem naturalmente é.
E neste caso, não há dúvidas e o consenso é geral!
(relendo o escrito, constato, que nada rima,
mas com alguma dose de boa vontade, pode dizer-se,
que ainda assim, flui.)
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Manuela Moreira