liguei o ar refrigerado a água, que tenho, virado para mim.
Across the River
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Sensação de ambiguidade
liguei o ar refrigerado a água, que tenho, virado para mim.
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Razão
É irritante isso!
Será que pensam bem em cada e toda a situação, por mais insignificante que seja,
E, nós, os normais mortais :),
Cafezinho
é hora da cafeína nos despertar...
Pecado
que serpenteia em mim!
("Poesias" à parte, comentando a foto... é impressionante! Eu há dias dei de caras com uma cobra morta e ainda assim, assustei-me imenso.. :) - mas também já tive contacto com uma cobra viva aqui no campo e ia morrendo de susto,
Sem falar em muitas outras cobras que vamos conhecendo ao longo das nossas vidas e que pertencem a espécies diferentes da original - essas muito mais perigosas, sem dúvida!).
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
Em Câmara Lenta
mas hoje sinto que tudo está a girar em câmara lenta à minha volta.
As pessoas ou não reagem a nada,
ou se reagem é de forma muito lenta...
Curiosamente, nem são apenas as pessoas,
mas as queixas do dia de hoje, são de extrema lentidão nos acessos às máquinas.
Curioso, não é?
Já eu, sinto-me em modo 'ligada à corrente', como sempre!
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Manuela Moreira
sexta-feira, 31 de julho de 2026
Mal Entendido
A forma de trabalhar, sobretudo.
Mas entende ser a pessoa um pouco radical e como tal,
não pode (abertamente), embora até lhe dê razão,
ficar do seu lado quando a pessoa define uma posição pública,
contra o mundo inteiro;
Sobretudo quando "o mundo inteiro" são pessoas próximas suas.
A somar...
Casualmente, sem nenhuma conotação negativa,
podes ter "escrito" algo,
que até pode, se levarmos a sério e não para a brincadeira, como era o intuito,
parecer o que não é de todo.
E tudo em conjunto, afasta alguém que estava próximo,
e que te era também simpático.
Não é horrível?
Não nos podemos sequer desculpar,
porque a pessoa não se queixou de nada,
apenas mudou radicalmente de comportamento,
passando a ignorar-te completamente.
😔
(Esperando que o tempo relativize tudo!)
Desabafo com alguma reflexão
julgo que nada resolve e o que se vê nos EUA reflete isso mesmo;
sendo que o facto de um inocente ser condenado,
talvez seja o que mais me assusta.
No entanto, não consigo conceber
que crimes como incendiar, possam encaixar em penas de prisão normais.
A meu ver,
quinta-feira, 30 de julho de 2026
Boa disposição no trabalho, sempre!
trabalhar com pessoas que têm boa disposição no trabalho.
Hoje estava muito apreensiva porque contávamos com uma Empresa para nos ajudar numa intervenção,
e via que os preparativos estavam ao lado do que seria de esperar;
e pensava para comigo, porque não assumi eu os riscos e fiz o trabalho sozinha?
Mas depressa mudei de opinião,
da minha área, as alterações que julgava eu e eles também, suficientes, não o foram,
Da outra área que estava a trabalhar conosco, um trabalho complicadíssimo,
por que aí foi necessário seguir uma sequência de passos para efetuar uma alteração ínfima,
E quando seria normal que o stress estivesse patente, não esteve.
Tudo graças à boa disposição, em cima de trabalho árduo, das pessoas da Empresa.
Sobretudo, de um técnico brasileiro, cuja maneira de encarar as dificuldades, era hilariante.
Um trabalho que tinha tudo para nos enervar e eventualmente correr mal,
correu bem e deixou-nos a todos bem dispostos.
terça-feira, 28 de julho de 2026
Desmaio
provavelmente relacionada com uma quebra de tensão, acredito,
mas também deve ter a ver com cansaço psicológico.
Muitos temas diversos, que parece que não têm fim,
ou só chegam a bom porto depois de muito se enredarem,
que horror!!
Provavelmente sou eu que lido mal com estes assuntos,
que faço uma má gestão,
ou talvez exagere.. por querer resolver,
acabo por me imiscuir em todas as áreas tentando avançar ASAP.
Acho que vou passar a deixar que as coisas levem o seu tempo devido.
Talvez que tentando resolver, complique tudo,
para mim própria e para os outros também!
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Manuela Moreira
Jururu
Nem sei ao certo porquê...
Talvez sejam pequenas coisitas,
que ficam a martelar e dão neste estado de espírito.
Que fazer?
Tentar não pensar,
Tentar não complicar,
Deixar andar.
A ver se o estado jururu passa por si.
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Manuela Moreira
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Atitude
mas se ela surge e nos é lisonjeira,
ficamos contentes, sobremaneira.
No entanto, o vento sopra e com ele vão as boas atitudes,
e num ápice, sem sabermos bem porquê, tudo muda.
Lá se vão as lisonjas e o silêncio é sinónimo de censura.
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Manuela Moreira
Blog
quem me visitava outrora,
Isto referindo-me a Blogs, bem dito,
não encontro nada. Já ninguém lá mora! :(
Morreram?
Pausaram?
Não sei o que lhes aconteceu.., mas que triste sensação:
Talvez que quando estive sem escrever ou estive fora,
também eles me terão procurado, em vão, acredito.
Sensação de solidão...
Se eu voltei, eles também voltarão!
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Manuela Moreira
domingo, 26 de julho de 2026
Venezuela - 1 mês após os terremotos
As televisões portuguesas deixaram de relatar o que se passa na Venezuela, mas há quem ainda acompanhe, (obrigada por isso), como é o caso da redação do G1.
Equipas de resgate e familiares continuam procurando vítimas entre os escombros deixados pelos terremotos que devastaram o norte da Venezuela. Nesta sexta-feira (24), um mês após a tragédia, centenas de pessoas continuam desaparecidas. Enquanto isso, organizações preveem um custo bilionário para reconstruir as áreas mais afetadas.
Uma avaliação preliminar do Banco Mundial estima que se forem incluídas melhorias estruturais, remoção de escombros e obras de prevenção, o custo total possa chegar perto dos US$ 50 biliões (dólares).
sábado, 25 de julho de 2026
Vulcões de Fogo
(Créditos: Manuel Bruque/EPA)
Comentário
Não tenho assim tantos seguidores e leitores, mas ainda assim, são alguns. Poucos porém comentam o que leem. Não se dão ao trabalho? Não têm tempo a "perder", porque têm mais o que fazer...
Nostalgia
só vejo/ouço de passagem.
Mas, curiosamente, aquele som de fundo, funciona para mim, como uma companhia;
é ligar a TV, que fica lá, a falar sozinha, como som de fundo.
Já fui, sobretudo na infância e adolescência, muito fã da televisão,
lembro-me de muitos programas juvenis que existiam - isto alternando entre Portugal e Brasil,
já que vivi nos dois países e às vezes nem sei distinguir o que vi em um ou no outro país - mas havia programação juvenil nos dois e captava a atenção dos jovens, sim.
Eram programas de qualidade. Davam-se ao trabalho de ter os jovens como público alvo.
Será que atualmente pensam que não vale mais a pena o esforço, já que partem do princípio que os jovens não vão querer ver? Porque têm Internet e afins?
Não sei se partir desse pressuposto é certo ou errado, mas eu lembro-me até hoje desses programas/séries que eu gostava muito, tais como: "Verão Azul", "Flipper", "Skippy the Bush Kangaroo" "Os Waltons", "Alf, uma Coisa do Outro Mundo", "Os Anjos de Charlie", "O Homem de 6 Milhões de Dólares", "A Mulher Biónica", "Os Flinststones", "Os Jetsons", "Popeye", "Ilha da Fantasia", "Uma Casa na Pradaria", "Daniel Boone", "The Love Boat", "Chefe mas Pouco", "Quem Sai aos Seus", "Casei com uma Feiticeira", "Jeanny é um Génio", "O Elo Perdido", "Espaço 1999", "Os Cinco", "Dartacão e os 3 Moscãoteiros", "Fame", "Lassie", "Robbin Hood", "Mulher Maravilha", Macgyver", "O Homem da Atlântida", "Bonanza", "Dallas", "Agente 86", "Sítio do Picapau Amarelo", "Buffy", "Moonlighting", "Médico de Família", "Inspetor Max", "Smallville", entre muitos outros. Também existiam muitos Concursos como sejam: "Jogos sem Fronteiras", "Entre Famílias" e Programas de Variedades, como: "A Visita da Cornélia", "Sílvio Santos (Brasil)" , "Os Trapalhões", "Chacrinha".
IA como vírus - ALERTA
sexta-feira, 24 de julho de 2026
Dor
Quando a dor física nos atinge,
enrolamo-nos qual bichinho de conta quando tocado.
Queremos ficar na nossa concha, de olhos fechados,
esperar que a medicação atue e faça o seu efeito apaziguador.
esperar que o alívio chegue e traga de volta a normalidade.
Mas há tarefas que têm de ser cumpridas.
e por força das circunstâncias, não podem sequer ser adiadas,
e as forças têm de surgir, das profundezas do teu ser,
mesmo quando só apetece gemer,
levantas-te e cumpres o que tens de cumprir,
e ficas mais serena, depois de cumprido o dever,
apesar da dor,
apesar..
há de passar...
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Manuela Moreira
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Luís Represas
num torpor inesperado.
sábado, 18 de julho de 2026
Paranoia ? Antes seja!
Há uns tempos atrás, porque a minha Tia, de quem cuido, tenha problemas auditivos,
liguei para a empresa "Audição Ativa", que faz rastreios ao domicílio.
Entretanto, porque li em portais de queixa que há muitas burlas nestas áreas,
desisti de uma visita que já tinha sido agendada.
Com o passar do tempo, a minha Tia piorou e deixamos mesmo de conseguir comunicar verbalmente.
Isso estava a incomodar-me muito, já que ela está lúcida
e não ouvir, isolava-a sobremaneira.
Sem qualidade de vida, a vida torna-se muito complicada,
ainda mais quando estamos a falar de alguém que está acamada.
O Campo
Quando há quatro anos decidi vir morar para o campo, não fazia ideia do que realmente era 'o campo', na sua verdadeira essência.
Isto porque a minha experiência sobre ele, até então, baseava-se em 15 dias de férias anuais, para estar com os avós, que representavam na realidade, liberdade dos horários da escola, ou das restrições que a cidade tem no que se refere ao espaço livre ou às rédeas apertadas das regras que os pais impunham no dia-a-dia. Por outro lado, acordar à hora que entendesse, definir o dia como bem me aprouvesse (os avós não complicavam), andar de bicicleta, passear pelos olivais, apanhar e comer uvas durante as vindimas, ajudar a divulgar as festas da aldeia com os primos, tudo fazia parte de um encantamento que permitia a fuga à rotina e que sabia muito bem.
No entanto o viver no campo é bastante diferente desta visão bucólica e fofinha da minha infância. Não é mesmo nada assim! Comprovo-o a cada dia: a natureza é implacável e dura. Aquilo que te dá, é efémero e só vinga à custa de trabalho árduo e alguma sorte à mistura - é necessária uma conjugação de fatores muito equilibrados para que ela te ofereça algo.
Desde que aqui estou, no campo, já passei por incêndios assustadores, tempestades avassaladoras que destruíram telhados, arrancaram árvores, nos deixaram sem eletricidade durante semanas e comprometeram a nossa vida civilizada da forma que eu nunca pensei. Era a natureza a mostrar as suas garras, a mostrar quem é que mandava.
Sem experiência nenhuma em nada associado a alfaias agrícolas ou aos métodos do plantio e da colheita, pensava eu, na minha ingenuidade, que a terra era mãe e que bastava plantar ou semear para se poder colher com fartura, mas a realidade fica bastante longe disso.
Plantar árvores e esperar que elas sobrevivam aos duros invernos, às primaveras intempestivas e aos duros estios não é fácil para uma mudinha frágil - muitas perdem-se e as que vingam demoram anos e anos a chegar à vida adulta.
Torna-se frustrante quando tens a terra preparada e as batatas semeadas e a horta que é um mimo e a seguir os javalis arrasam tudo.
Senão andares sempre a cortar as ervas daninhas, não há jardim que floresça ou campo que sobressaia.
Ao contrário da ideia que eu tinha, é tudo muito agreste e difícil.
Viver no campo não é pera doce!
Parece que a mãe natureza é mais madrasta malvada do que mãe, que reclama a todo o instante o seu território e que te não reconhece como filha sua.
E depois, ainda pior, é o isolamento a que quem tem poder de decisão te condena: não há meios de transporte nas terriolas, não há caixas de multibanco nas terriolas, não tens médico de família, se estás doente, a urgência mais próxima fica a 80Km, porque na tua freguesia ou mesmo no concelho nada funciona.
Não é mau de todo... 😉
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Manuela Moreira
Omã
Omã
Omã é um país árabe localizado no sudeste da Península Arábica, oficialmente chamado Sultanato de Omã, com capital em Mascate.
Halwa é uma sobremesa tradicional do Oriente Médio, feita principalmente de gergelim torrado (tahine) e açúcar. É uma massa densa e doce, frequentemente aromatizada com baunilha ou pistachios. A palavra "halwa" tem origem na língua árabe e é utilizada para descrever uma variedade de doces, incluindo a halva turca, que é feita com farinha ou sêmola e açúcar.
Wikipedia
M
Selinho oferecido pela Verinha
a quem eu muito agradeço!

