domingo, 12 de julho de 2026

Hoje sonhei contigo


                                                                              (?) 

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Manuela Moreira

Hopkins

 


Sir Philip Anthony Hopkins é um ator, diretor, produtor e compositor galês-americano considerado um dos maiores intérpretes do cinema. Vencedor de dois Óscares de Melhor Ator por O Silêncio dos Inocentes e Meu Pai, também brilhou em filmes como O Homem Elefante, Vestígios do Dia, Amistad, Nixon e na série Westworld. Cavaleiro pela Rainha Elizabeth II, acumula BAFTAs, Emmys e o Globo de Ouro Cecil B. DeMille.

Do cinema para a música

Anthony Hopkins assina com editora e lança primeiro single.

O ator Anthony Hopkins, vencedor de dois Óscares, assinou contrato com uma editora e estreou-se na música aos 88 anos.

Como primeiro passo nesta estreia, o ator lançou esta sexta-feira um single intitulado “Bracken Road”. A música trata-se de uma composição feita em 1963.

Este single faz parte do álbum "Life is a Dream", que será lançado no próximo mês de agosto. O trabalho reúne composições feitas pelo ator ao longo de 60 anos e, segundo a editora, este álbum reflete a "paixão pela música clássica" de Anthony Hopkins.


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                                                                                Manuela Moreira
                                                                                                (Super fã)                 

Singapura

 Hoje vou ser específica: 

- TOP 2 -


Olhando para as estatísticas do meu blog, constato que há sempre acessos vindos de Singapura. Fico tão admirada com isso e agradada, na verdade. Lá longe num país do qual eu sei tão pouco, leem o que escrevo.., muito obrigada por isso!

Hoje resolvi pôr Singapura em evidência no meu blog, como forma de agradecimento e aproveitando para conhecer e dar a conhecer um bocadinho do país.


Singapura é uma cidade-Estado insular situada na ponta sul da Península Malaia, no Sudeste Asiático. Possui governo próprio e um sistema partlamentarista. Formada por 63 ilhas, Singapura é separada da Malásia pelo Estreito de Johor, ao norte, e das Ilhas Riau, na Indonésia, a sul. Está próxima, também, do Camboja, Vietnam e Filipinas.

Independente há pouco tempo, (cerca de meio século), Singapura tem aproximadamente 5,5 milhões de habitantes.

Refletindo a pluralidade cultural do país, ao todo são quatro as línguas oficiais em Singapura: 
Inglês;
Malaio;
Chinês (Mandarim);
Tâmil.

Apesar dessa diversidade, o inglês é a língua mais comum, seja nos negócios, nas questões governamentais (todos os documentos oficiais são escritos no idioma) ou na instrução escolar.

Boa parte dos singapurenses são bilíngues, tendo o inglês como língua comum e, geralmente, o idioma materno como segunda língua. Por conta do sotaque carregado, o inglês tem o apelido de “singlish”, ou seja, Singapore English.

A moeda oficial do país é o Dólar de Singapura (SGD) e é fácil de encontrar em casas de câmbio espalhadas pela cidade, trocando-se dólares americanos, euros ou outras moedas.

Singapura, por ser uma cidade turística e de negócios, possui várias boas opções de hospedagem. Porém, é impossível falar de  hotéis sem mencionar o Marina Bay Sands, o responsável por elevar o turismo local a outro patamar.

Falar no Marina Bay Sands é falar em exagero, no bom sentido, claro. São três torres de 57 andares, ligadas ao alto por um pátio em formato de navio. Para se ter uma ideia, o tamanho é maior que a Torre Eiffel deitada. Dizem, e eu acredito, que durante a noite, com as luzes ligadas, a vista do hotel é incrível.


Marina Bay Sands, em Singapura: vista noturna da fachada

São 2.331 quartos, quatro discotecas, um shopping gigantesco, sete restaurantes de chefs reconhecidos internacionalmente e mais 30 restaurantes. Para além disso,  o complexo possui teatros com apresentações da Broadway, pista de gelo, para patinar, casino de vários andares, um Museu e um Centro de Convenções.


Shopping do hotel Marina Bay Sands, em Singapura

A piscina de borda infinita é digna de destaque e considerada uma das mais altas e mais bonitas do mundo. Ela foi projetada para dar a sensação de se estar flutuando sobre os arranha-céus da Baía de Singapura.

 
 
 
 
Piscina de borda infinita, no hotel Marina Bay Sands, em Singapura

Apesar de ser uma das construções mais caras do mundo, as diárias não seguem o mesmo padrão. Se fizer a reserva com antecedência mínima de 45 dias, é possível encontrar quartos com preços bem razoáveis. 

Os hotéis próximos à Baía de Singapura também são boas opções de hospedagem. Destaque para o The Fullerton Bay Hotel:
 

The Fullerton Bay Hotel, em Singapura

Nas proximidades da Orchard Road, uma rua de comércio de luxo, também há várias opções de hotéis: Merecem destaque: Orchard Hotel Singapore, Mandarin Orchard Singapore, Four Seasons Hotel Singapore e Holiday Inn Singapore Orchard City Centre.

A culinária de Singapura é uma fusão de influências chinesas, indianas e malaias, refletindo a sua rica herança multicultural.

Chilli Crab

Considerado o prato nacional de Singapura, o Chilli Crab é feito com caranguejo fresco em um molho picante e agridoce. É uma experiência gastronómica imperdível.


Laksa

É um prato malaio: sopa de esparguete com leite de côco e caril, geralmente servida com frutos do mar ou frango. 

Hainanese Chicken Rice

Frango cozido ao vapor, servido com arroz aromatizado e acompanhado de molho picante. 


Roti Prata

Uma panqueca crocante de origem indiana, frequentemente servida com caril. Há variações com queijo, banana ou durian.


Kaya Toast

Um café da manhã tradicional que consiste em torradas com uma geleia doce de côco chamada kaya, acompanhadas de ovos cozidos e café local.


Satay

Espetinhos de carne marinada, geralmente de frango ou porco, grelhados e servidos com molho de amendoim. 


Os Hawker Centers são uma parte essencial da cultura alimentar de Singapura, oferecendo uma variedade de pratos a preços acessíveis em um ambiente limpo e organizado. Esses centros de alimentação são populares entre os moradores e turistas, proporcionando uma experiência autêntica da culinária local.


A história de Singapura é marcada por uma transformação de uma aldeia de pescadores em um importante centro comercial e uma nação independente, refletindo uma rica tapeçaria de influências culturais e políticas.

Fundação e Primeiros Anos

Singapura tem as suas origens no século XIV, quando era conhecida como Temasek, um porto comercial sob a influência do Império Srivijaya. O nome "Singapura", que significa "Cidade do Leão" em sânscrito, foi dado pelo príncipe Parameswara, que fundou o Sultanato de Malaca. A ilha permaneceu uma aldeia de pescadores até 1819, quando Sir Stamford Raffles, representante da Companhia Britânica das Índias Orientais, estabeleceu um entreposto comercial, marcando o início da Singapura moderna.

Período Colonial

Em 1824, Singapura foi formalmente incorporada ao Império Britânico e tornou-se parte das Colónias dos Estreitos em 1826. A sua localização estratégica tornou-a um centro comercial vital, atraindo uma grande imigração de chineses, malaios e indianos. Durante o auge do comércio, Singapura destacou-se como um dos principais portos do mundo, especialmente após a abertura do Canal de Suez em 1869.

Segunda Guerra Mundial e Ocupação Japonesa

Durante a Segunda Guerra Mundial, em 1942, Singapura foi ocupada pelas forças japonesas, que renomearam a cidade como Syonan, ou "Luz do Sul". A ocupação durou até 1945, quando as tropas britânicas recuperaram o controlo da ilha. Em 1946, Singapura tornou-se uma colónia britânica separada.

Caminho para a Independência

Após várias revoltas e um crescente desejo de autonomia, Singapura obteve um autogoverno em 1959. Em 1963, uniu-se à Malásia, mas a união foi breve, e em 1965, Singapura tornou-se uma república independente. Desde então, o país experimentou um crescimento económico significativo, tornando-se um dos "Tigres Asiáticos" e um dos principais centros financeiros do mundo.

Singapura Moderna

Hoje, Singapura é conhecida pela sua economia altamente desenvolvida, infraestrutura moderna e diversidade cultural. O país é um líder global em várias áreas, incluindo finanças, comércio e tecnologia, e continua a ser um destino atraente para imigrantes e investidores de todo o mundo.

A história de Singapura é um testemunho de resiliência e adaptação, refletindo as complexidades de sua identidade multicultural e seu papel no cenário global.

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Manuela Moreira

sábado, 11 de julho de 2026

Sem comentários...



Vou fazer greve de escrita,
parar de dar milho a pardais.

Fico apenas esperando comentares...


O caminho



A preto e branco e a solo, caminhamos,
numa estrada de pedra alcatroada,
Por vezes perdidos no meio do nada,
Quase sempre cansados, sonâmbulos, andamos.

É sempre a mesma paisagem inóspita e a mesma estrada.
Mas a cada passo palmilhado, a nossa versão é atualizada;
E os ecos que ouvimos na calçada,
já não são os mesmos de quando iniciámos a nossa caminhada.

"Todos os verbos que trouxemos, 
já não são para conjugar nos mesmos tempos".

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Manuela Moreira

sexta-feira, 10 de julho de 2026

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Quando é que partilhar algo pessoal acrescenta ?




Quando é que partilhar algo pessoal acrescenta ?


Partilhar algo pessoal pode acrescentar significativamente "a vida" de quem recebe, pois permite que as pessoas se conectem e se inspirem mutuamente. Ao compartilhar experiências, conhecimentos e sentimentos, as pessoas podem encontrar soluções para problemas comuns. Essa troca de informações e experiências, é uma forma poderosa de aprendizado e autoconhecimento, contribuindo para a evolução pessoal de cada um. (Revista Progredir).

:::::::

Partilhar algo pessoal é uma ferramenta poderosa de conexão humana, mas a sua eficácia depende do contexto, da intencionalidade e da reciprocidade. Quando feita de forma consciente, essa partilha deixa de ser apenas uma confissão e passa a ser uma ponte.



Aqui estão os momentos em que a partilha pessoal realmente acrescenta valor:


1. Quando gera vulnerabilidade autêntica



A vulnerabilidade é a "cola" das relações profundas. Quando partilhas algo que não é perfeito — um erro, uma insegurança ou um desafio — estás a dar permissão ao outro para fazer o mesmo. Isso quebra a barreira da "fachada social" e permite que as outras pessoas se sintam seguras na tua presença.


2. Quando estabelece confiança e reciprocidade


A confiança é construída através de pequenos riscos partilhados. Quando te abres, estás a oferecer uma prova de confiança. Se as outras pessoas responderem com abertura, cria-se um ciclo de reciprocidade que fortalece o vínculo. É a base de qualquer amizade ou parceria sólida.


3. Quando serve de exemplo ou aprendizagem (Mentoria)


Partilhar uma falha ou uma lição aprendida "da forma mais difícil" é uma das formas mais eficazes de ensinar. Ao humanizares o teu percurso, ajudas quem te ouve a sentir-se menos sozinho nas suas próprias dificuldades e a ver caminhos que talvez não estivessem a considerar.


4. Quando clarifica valores e limites


Partilhar algo pessoal sobre o que valorizas (ou o que te magoa) serve para alinhar expectativas. Ao revelares o que é importante para ti, ajudas o outro a compreender como te respeitar melhor e como interagir contigo de forma mais harmoniosa.

Onde está o limite? 



Para que a partilha acrescente, é preciso distinguir entre vulnerabilidade e desabafo descontrolado:

A partilha que acrescenta: Tem um propósito, um objetivo ou um desejo de conexão. O foco é a relação ou o crescimento mútuo.


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Manuela Moreira

quarta-feira, 8 de julho de 2026

Ouvir e Refletir

 


Quem não tem de "botar faladura",
pode dedicar-se com mais atenção, 
a ouvir e a refletir sobre o que ouve.

Nem sempre o que parece, é.
E o que à partida parece fazer parte e fazer-te parte,
não é, reflexão feita, tão verdadeiro assim.
E a conclusão advém, 
da análise fina do que é discutido,
quando dás por ti a ser mais espectadora do que conhecedora.

Análises e reflexões fotografadas,
anotações e constatações validadas, porém,
podemos aceitar que até possa fazer sentido.

Aqui faz-se um intervalo para pensar...
Pensar,
Sobre quem naturalmente está,
quem naturalmente conta,
e quem naturalmente é.
E neste caso, não há dúvidas e o consenso é geral!

(relendo o escrito, constato, que nada rima,
mas com alguma dose de boa vontade, pode dizer-se,
que ainda assim, flui.)

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Manuela Moreira

Âmago


De olhos postos na folha em branco,

acompanho o ritmo do cursor, que pisca, à espera de instruções.
O mote está dado e o que eu gostaria de escrever, é claro.
No entanto, não é tão fácil assim dar o flanco.
Expor sílabas e emoções ao recesso,
carecem de estrutura para serem partilhadas.
Porque sem contexto, elas confundem.
Podem pecar por excessivas
e no final, ou sem aparo,
não serem bem entendidas.

E ilustrando o cenário que escolhi,
vou compondo rascunhos do que vi e ouvi,
e haverá espaço para mais do que um sorriso,
porque o saldo final foi positivo.

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Manuela Moreira

terça-feira, 7 de julho de 2026

A pensar...

 



Tenho coisas a dizer, sim.
Mas, espera, 
tenho de pensar primeiro!

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Manuela Moreira

uma palavra X uma imagem = lealdade

 




uma palavra X uma imagem = responsabilidade

 




uma palavra X uma imagem = iniciativa

 




uma palavra X uma imagem = empatia

 




uma palavra X uma imagem = compromisso

 




uma palavra X uma imagem = desapego

 




uma palavra X uma imagem = união

 




uma palavra X uma imagem = convergência

 




uma palavra X uma imagem = colaboração

 




uma palavra X uma imagem = entreajuda

 


 



uma palavra X uma imagem = confiança

 





uma palavra X uma imagem = atitude





 

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Raízes

 


No meio das cinzas, a árvore ferida, chora.
Há tanta tristeza lá fora,
no meio da floresta ardida, no meio do nada, agora.

Mas as raízes não desistiram ainda...

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Manuela Moreira

Tragam a Primavera de volta!!


Que saudades tenho eu da Primavera!


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Manuela Moreira

Ricochete

 


Habitualmente quando tratas mal alguém, a tendência é que te devolvam o "gesto",
ou até aumentem a intensidade na resposta.
Poucos ficam intrigados e tentam perceber o porquê daquele ataque, aparentemente, gratuito.
Eu sou dessas, das que se intrigam.
Dou o benefício da dúvida e tento perceber onde reside a razão da outra pessoa.
Se percebo que errei e onde, sou a primeira a desculpar-me.
Não quer dizer que volte lá se as minhas desculpas não forem aceites,
o tempo é escasso e não gosto de o perder assim.
Se vejo que o ataque é premeditado e tem como objetivo ferir, ignoro.
ou, pelo menos não demonstro que o tiro acertou onde era suposto
e que fiquei ferida.
Mas é através das atitudes que se conhecem as pessoas.
E uma vez capaz de ferir, sempre capaz de ferir.
Não podem existir dúvidas relativamente a isso.
O que não quer dizer que não possa continuar a "gostar" de pessoas que já me feriram.
Patético, não é?
Aqui o gostar está entre aspas, porque não tem nada a ver com romantismos,
gostar no sentido de admirar a pessoa, pelo que ela é, 
independentemente de ela ter por mim consideração ou não ter.
Se eu também já feri? Claro que sim.
E consigo ter pontaria, quando quero, reconheço.
Mas a maioria das vezes, quando vejo que a ação não é deliberada
e resulta tão somente de uma decisão de grupo,
onde a pessoa está inserida,
então, dou por mim a tentar "ganhar" aquela pessoa para o meu lado. :)
Patético novamente? Talvez...
Reconheço que sou patética muitas vezes.
Adiante....

Manuela Moreira

Wikipedia

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Selinho oferecido pela Verinha

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a quem eu muito agradeço!

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