Não tenho assim tantos seguidores e leitores, mas ainda assim, são alguns. Poucos porém comentam o que leem. Não se dão ao trabalho? Não têm tempo a "perder", porque têm mais o que fazer...
Across the River
sábado, 25 de julho de 2026
Comentário
Não tenho assim tantos seguidores e leitores, mas ainda assim, são alguns. Poucos porém comentam o que leem. Não se dão ao trabalho? Não têm tempo a "perder", porque têm mais o que fazer...
Nostalgia
só vejo/ouço de passagem.
Mas, curiosamente, aquele som de fundo, funciona para mim, como uma companhia;
é ligar a TV, que fica lá, a falar sozinha, como som de fundo.
Já fui, sobretudo na infância e adolescência, muito fã da televisão,
lembro-me de muitos programas juvenis que existiam - isto alternando entre Portugal e Brasil,
já que vivi nos dois países e às vezes nem sei distinguir o que vi em um ou no outro país - mas havia programação juvenil nos dois e captava a atenção dos jovens, sim.
Eram programas de qualidade. Davam-se ao trabalho de ter os jovens como público alvo.
Será que atualmente pensam que não vale mais a pena o esforço, já que partem do princípio que os jovens não vão querer ver? Porque têm Internet e afins?
Não sei se partir desse pressuposto é certo ou errado, mas eu lembro-me até hoje desses programas/séries que eu gostava muito, tais como: "Verão Azul", "Flipper", "Skippy the Bush Kangaroo" "Os Waltons", "Alf, uma Coisa do Outro Mundo", "Os Anjos de Charlie", "O Homem de 6 Milhões de Dólares", "A Mulher Biónica", "Os Flinststones", "Os Jetsons", "Popeye", "Ilha da Fantasia", "Uma Casa na Pradaria", "Daniel Boone", "The Love Boat", "Chefe mas Pouco", "Quem Sai aos Seus", "Casei com uma Feiticeira", "Jeanny é um Génio", "O Elo Perdido", "Espaço 1999", "Os Cinco", "Dartacão e os 3 Moscãoteiros", "Fame", "Lassie", "Robbin Hood", "Mulher Maravilha", Macgyver", "O Homem da Atlântida", "Bonanza", "Dallas", "Sítio do Picapau Amarelo", "Buffy", "Moonlighting", "Médico de Família", "Smallville", entre muitos outros.
IA como vírus - ALERTA
sexta-feira, 24 de julho de 2026
Dor
Quando a dor física nos atinge,
enrolamo-nos qual bichinho de conta quando tocado.
Queremos ficar na nossa concha, de olhos fechados,
esperar que a medicação atue e faça o seu efeito apaziguador.
esperar que o alívio chegue e traga de volta a normalidade.
Mas há tarefas que têm de ser cumpridas.
e por força das circunstâncias, não podem sequer ser adiadas,
e as forças têm de surgir, das profundezas do teu ser,
mesmo quando só apetece gemer,
levantas-te e cumpres o que tens de cumprir,
e ficas mais serena, depois de cumprido o dever,
apesar da dor,
apesar..
há de passar...
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Manuela Moreira
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Luís Represas
num torpor inesperado.
sábado, 18 de julho de 2026
Paranoia ? Antes seja!
Há uns tempos atrás, porque a minha Tia, de quem cuido, tenha problemas auditivos,
liguei para a empresa "Audição Ativa", que faz rastreios ao domicílio.
Entretanto, porque li em portais de queixa que há muitas burlas nestas áreas,
desisti de uma visita que já tinha sido agendada.
Com o passar do tempo, a minha Tia piorou e deixamos mesmo de conseguir comunicar verbalmente.
Isso estava a incomodar-me muito, já que ela está lúcida
e não ouvir, isolava-a sobremaneira.
Sem qualidade de vida, a vida torna-se muito complicada,
ainda mais quando estamos a falar de alguém que está acamada.
O Campo
Quando há quatro anos decidi vir morar para o campo, não fazia ideia do que realmente era 'o campo', na sua verdadeira essência.
Isto porque a minha experiência sobre ele, até então, baseava-se em 15 dias de férias anuais, para estar com os avós, que representavam na realidade, liberdade dos horários da escola, ou das restrições que a cidade tem no que se refere ao espaço livre ou às rédeas apertadas das regras que os pais impunham no dia-a-dia. Por outro lado, acordar à hora que entendesse, definir o dia como bem me aprouvesse (os avós não complicavam), andar de bicicleta, passear pelos olivais, apanhar e comer uvas durante as vindimas, ajudar a divulgar as festas da aldeia com os primos, tudo fazia parte de um encantamento que permitia a fuga à rotina e que sabia muito bem.
No entanto o viver no campo é bastante diferente desta visão bucólica e fofinha da minha infância. Não é mesmo nada assim! Comprovo-o a cada dia: a natureza é implacável e dura. Aquilo que te dá, é efémero e só vinga à custa de trabalho árduo e alguma sorte à mistura - é necessária uma conjugação de fatores muito equilibrados para que ela te ofereça algo.
Desde que aqui estou, no campo, já passei por incêndios assustadores, tempestades avassaladoras que destruíram telhados, arrancaram árvores, nos deixaram sem eletricidade durante semanas e comprometeram a nossa vida civilizada da forma que eu nunca pensei. Era a natureza a mostrar as suas garras, a mostrar quem é que mandava.
Sem experiência nenhuma em nada associado a alfaias agrícolas ou aos métodos do plantio e da colheita, pensava eu, na minha ingenuidade, que a terra era mãe e que bastava plantar ou semear para se poder colher com fartura, mas a realidade fica bastante longe disso.
Plantar árvores e esperar que elas sobrevivam aos duros invernos, às primaveras intempestivas e aos duros estios não é fácil para uma mudinha frágil - muitas perdem-se e as que vingam demoram anos e anos a chegar à vida adulta.
Torna-se frustrante quando tens a terra preparada e as batatas semeadas e a horta que é um mimo e a seguir os javalis arrasam tudo.
Senão andares sempre a cortar as ervas daninhas, não há jardim que floresça ou campo que sobressaia.
Ao contrário da ideia que eu tinha, é tudo muito agreste e difícil.
Viver no campo não é pera doce!
Parece que a mãe natureza é mais madrasta malvada do que mãe, que reclama a todo o instante o seu território e que te não reconhece como filha sua.
E depois, ainda pior, é o isolamento a que quem tem poder de decisão te condena: não há meios de transporte nas terriolas, não há caixas de multibanco nas terriolas, não tens médico de família, se estás doente, a urgência mais próxima fica a 80Km, porque na tua freguesia ou mesmo no concelho nada funciona.
Não é mau de todo... 😉
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Manuela Moreira
Omã
Omã
Omã é um país árabe localizado no sudeste da Península Arábica, oficialmente chamado Sultanato de Omã, com capital em Mascate.
Halwa é uma sobremesa tradicional do Oriente Médio, feita principalmente de gergelim torrado (tahine) e açúcar. É uma massa densa e doce, frequentemente aromatizada com baunilha ou pistachios. A palavra "halwa" tem origem na língua árabe e é utilizada para descrever uma variedade de doces, incluindo a halva turca, que é feita com farinha ou sêmola e açúcar.
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Steve Jobs
(Steve Jobs)
Talvez seja uma conjugação de fatores,
que tornam o difícil menos pesado,
do que seria suposto;
e no limite, agradável!
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Manuela Moreira
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Manuela Moreira
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Manuela Moreira
[Concordam comigo, ou nem por isso? Gostaria de saber a vossa opinião]
VII
quinta-feira, 16 de julho de 2026
Diazinho complicado
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Arco-Íris
E pronto...bastou um milésimo de segundo:o sol apareceu e de repente, o arco-íris surgiu majestoso.
Ganhei o dia...
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Manuela Moreira
IV
Capazes de ferir e de curar.”
(J.K. Rowling em Harry Potter e as Relíquias da Morte)
Temos dentro de nós o livre-arbítrio,
pois somos caos e ordem.
Por vezes fazemos vista grossa
ao que entendemos como certo,
e o errado chama por nós,
dá-nos incentivo e diz-nos para avançar a matar:
E as palavras vis afluem e atacam por nós,
não deixando pedra sobre pedra.
No entanto, há sempre o revés da moeda,
que nos incentiva a pensar,
e normalmente quando nos damos tempo para pensar antes de falar,
as palavras arredondam-se, aligeiram-se, adoçam-se,
clamam por justiça e soam a liberdade,
e o que sai da nossa boca, acalma e conforta,
E conhecemos o melhor de nós,
e curamos e somos curados.
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Manuela Moreira
terça-feira, 14 de julho de 2026
Maria dos Anjos
Desta vez...
Fiquei mal na fotografia.
Tanto queria poder ter ajudado
e não consegui. Não vi
que a vida não espera para quando for mais adequado,
ou quando estiveres menos ocupado.
Não fui a tempo...
segunda-feira, 13 de julho de 2026
II
domingo, 12 de julho de 2026
O essencial é invisível aos olhos
A partir de hoje e por sete dias seguidos, vou escolher uma frase de um livro que me inspirou e vou tentar percebê-la na sua essência, tentando também perceber o porquê de ela me ter chamado à atenção. Começo já hoje..
I
Hopkins
Wikipedia
M
Selinho oferecido pela Verinha
a quem eu muito agradeço!








