terça-feira, 7 de julho de 2026

uma palavra X uma imagem = lealdade

 




uma palavra X uma imagem = responsabilidade

 




uma palavra X uma imagem = iniciativa

 




uma palavra X uma imagem = empatia

 




uma palavra X uma imagem = compromisso

 




uma palavra X uma imagem = desapego

 




uma palavra X uma imagem = união

 




uma palavra X uma imagem = convergência

 




uma palavra X uma imagem = colaboração

 




uma palavra X uma imagem = entreajuda

 


 



uma palavra X uma imagem = confiança

 





uma palavra X uma imagem = atitude





 

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Raízes

 


No meio das cinzas, a árvore ferida, chora.
Há tanta tristeza lá fora,
no meio da floresta ardida, no meio do nada, agora.

Mas as raízes não desistiram ainda...

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Manuela Moreira

Tragam a Primavera de volta!!


Que saudades tenho eu da Primavera!


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Manuela Moreira

Ricochete

 


Habitualmente quando tratas mal alguém, a tendência é que te devolvam o "gesto",
ou até aumentem a intensidade na resposta.
Poucos ficam intrigados e tentam perceber o porquê daquele ataque, aparentemente, gratuito.
Eu sou dessas, das que se intrigam.
Dou o benefício da dúvida e tento perceber onde reside a razão da outra pessoa.
Se percebo que errei e onde, sou a primeira a desculpar-me.
Não quer dizer que volte lá se as minhas desculpas não forem aceites,
o tempo é escasso e não gosto de o perder assim.
Se vejo que o ataque é premeditado e tem como objetivo ferir, ignoro.
ou, pelo menos não demonstro que o tiro acertou onde era suposto
e que fiquei ferida.
Mas é através das atitudes que se conhecem as pessoas.
E uma vez capaz de ferir, sempre capaz de ferir.
Não podem existir dúvidas relativamente a isso.
O que não quer dizer que não possa continuar a "gostar" de pessoas que já me feriram.
Patético, não é?
Aqui o gostar está entre aspas, porque não tem nada a ver com romantismos,
gostar no sentido de admirar a pessoa, pelo que ela é, 
independentemente de ela ter por mim consideração ou não ter.
Se eu também já feri? Claro que sim.
E consigo ter pontaria, quando quero, reconheço.
Mas a maioria das vezes, quando vejo que a ação não é deliberada
e resulta tão somente de uma decisão de grupo,
onde a pessoa está inserida,
então, dou por mim a tentar "ganhar" aquela pessoa para o meu lado. :)
Patético novamente? Talvez...
Reconheço que sou patética muitas vezes.
Adiante....

Manuela Moreira

Sorte, Azar, Ciência e Desconhecido

 


Crescer a ouvir dizer que isto ou aquilo te pode fazer mal, não quer dizer que nunca o vivencies ou experimentes. Quem não o faz? 

Há probabilidades associadas a cada ação. 

No entanto, há pessoas mais propensas "à desgraça" do que outras.

"Parece que atrai", dizem alguns.

O raio não cai duas vezes no mesmo sítio,

(probabilisticamente as hipóteses de isso acontecer são ínfimas, mas na realidade pode sim, acontecer)

É aí que surge a palavra "azar"

Teve azar...

Não tem sorte...

Mas, a reação advém sempre de uma ação, que pode ser desencadeada pelo próprio ou por outro;

Há ainda a considerar em cima da mesa, que "outro" aqui, pode ser algo sobrenatural ou força espiritual.

Analisando as situações:

Ela empurrou uma cadeira de rodas, onde estava sentado alguém pesado, por uma ladeira íngreme acima.

Foi necessária muita força.

Havia riscos que foram ignorados e o que seria expectável, acabou por acontecer, uma hérnia proliferou do meio das vértebras lombares.

Podemos falar de azar?

O mais natural é dizer-se que não, pois sabia-se, ou não (por ignorância) das probabilidades...

Correu-se o risco e aconteceu.

Mas, se em 10 situações deste género, acontecer o pior, ou o que poderia ser expectável, nas 10, então aí, pode ser que já possamos falar em azar ou em forças ocultas que estão lá para te causar problemas.

Ou, ainda assim não podemos?

Analisando situações em que as coisas correram bem:

A avenida estava cortada ao trânsito nos dois sentidos. Ela constatou-o várias vezes e daí ter tomado a decisão de atravessar a grande avenida, com duas vias, fora da passadeira.

Quando estava a meio da travessia, constatou que o trânsito tinha sido retomado.

Naquele instante, há que tomar decisões rápidas. Ficar no meio da avenida, arriscando a vida, com carros a passar dos dois lados ou, acelerar o passo e tentar chegar ao outro lado antes que o carro que vem já a alta velocidade chegue perto.

Atravessar parece ser a melhor solução.

E de repente, ela sente algo a trespassá-la, como se tivesse entrado e saído e pensa que o fim chegou, que não há mais nada a fazer. Mas surpreendentemente, chega ao passeio contrário ilesa e constata, olhando para trás vê o carro parado uns metros à frente, com o motorista fora do carro, tão surpreendido quanto ela, já que pensou igualmente ter atingido a vítima.

Mas não houve vítima neste caso.

E aqui? Podemos falar de sorte? De um milagre? De forças divinas que tomaram a iniciativa de ajudar?

Ou as probabilidades estavam lá, eram até grandes no que respeita a um acidente aparatoso, mas não aconteceram.


A ciência e a filosofia são limitadas diante de dimensões além do visível, de mistérios, fenómenos e verdades que superam a capacidade de explicação da lógica, da ciência ou do conhecimento humano. Será que este episódio pode evidenciar que para além das probabilidades, da lógica, da razão, do visível, existem outras variáveis, desconhecidas para nós, que podem ter tido influência neste resultado inesperado?

A resposta parece-me evidente: "Sim", mas pode ser apenas por desconhecimento nosso ainda e nada de forças do oculto.

Ilustrando o desconhecido, até se conhecer: 
Quem poderia imaginar que a terra era redonda..., mas é e gira! 
Quem poderia imaginar que um bocadinho de doença, aplicada em cavalos, poderia criar anti-corpos que depois injetados em humanos (vacinas) os protegeriam de muitas doenças, mas foi descoberto e funciona!
Quem poderia imaginar que a mecânica quântica existia:

"Há mais coisas entre o céu e a terra, do que pode imaginar a nossa vã filosofia, "disse Shakespeare, no Hamlet" 
e vamos ao longo do tempo descobrindo mais e mais e a cada descoberta, a ignorância vai dando lugar à sabedoria e o que não fazia sentido e catalogávamos de várias formas abstratas, dá lugar à realidade - à nossa realidade.
No entanto, a dimensão do desconhecido, o interesse por aquilo que não sabemos abrange duas vertentes distintas e paradoxais: uma que nos leva, por meio de laborioso processo, ao conhecimento; outra, que nos remete ao incognoscível, ao que não é acessível ao conhecimento. 

Este é o paradoxo entre o que é possível conhecer quando se está imerso na experiência, e a própria essência incognoscível da experiência: o que não se sabe e nunca se saberá.

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Manuela Moreira

domingo, 5 de julho de 2026

O Lego como arte

 


Nathan Sawaya (nascido a 10 de julho de 1973, em Colville, Washington) é um artista plástico norte-americano reconhecido internacionalmente por ser o primeiro a elevar peças de LEGO® ao estatuto de meio artístico profissional, criando esculturas complexas e mosaicos em grande escala.

Aqui estão os pontos principais sobre o seu percurso e obra:

  • Transição de Carreira: Antes de se dedicar inteiramente à arte, Sawaya licenciou-se em Direito pela Universidade de Nova Iorque e trabalhou como advogado corporativo em Nova Iorque. Sentindo a necessidade de uma expressão mais criativa, deixou a advocacia para se dedicar ao seu interesse de infância, os blocos de montar.

  • "The Art of the Brick": É o nome da sua exposição itinerante mais famosa, que percorreu centenas de cidades em diversos países. A coleção inclui tanto obras originais (frequentemente focadas na forma humana e no movimento) quanto reinterpretações tridimensionais de obras de arte clássicas, como O Grito de Edvard Munch, O Beijo de Gustav Klimt e A Noite Estrelada de Van Gogh.

  • Técnica: O seu processo de criação é meticuloso. Sawaya utiliza apenas peças padrão de LEGO, colando cada uma individualmente para garantir a estrutura e precisão. Por vezes, o processo envolve planeamento detalhado e a necessidade de ferramentas como formões para corrigir erros após a montagem.

  • Filosofia: O artista defende o mantra "A arte não é opcional", acreditando que a criação artística é fundamental para o bem-estar e a saúde mental. A sua obra procura inspirar a criatividade no público e transformar um brinquedo quotidiano num objeto de arte contemporânea que funde elementos de Pop Art e Surrealismo.

  • Reconhecimento: Foi considerado um dos artistas contemporâneos mais populares do mundo. Além das suas exposições, participou em projetos como consultor no programa MythBusters e como produtor consultor na versão norte-americana do programa LEGO Masters.

Atualmente, o artista mantém estúdios em Nova Iorque e Los Angeles, onde continua a criar as suas peças de grande escala.







(Pelo arrojo e dimensão das peças e também pelo colorido, faz lembrar a artista plástica portuguesa Joana Vasconcelos, não concordam?)

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Manuela Moreira


Fragmentos



                                        (A imagem é um fragmento do livro da autora Sandra Alves)


Há jogos de palavras que são muito prazeirosos em si mesmos.

De existência efémera, cumprem simplesmente o seu propósito,

como palavras ao vento, que se juntam numa forma,

com sentido ou sem sentido ou até duplo sentido,

mas enquanto são, têm dimensão e tocam fundo,

libertando fragmentos inteligentes de vida e de emoção,

criando sinapses que elevam o pensamento e tocam na alma.

São momentos, são fragmentos,

E só funcionam e libertam, se quem os viver, compreende

que não sobrevivem em cenários reais.

Que são jogos espirituais,

Que são realidades virtuais,

que só existem no abstrato.

No entanto, enquanto estão, preenchem espaços que nem sabíamos que existiam,

quebram barreiras imaginárias e transbordam sentimentos,

como se vida tivessem;

Isto porque os nossos cérebros, tão avançados em certos temas, 

confundem, os sonhos com a realidade e trocam a verdade por poemas, 

acordando para mais um dia de rotina e de trabalho,

não esperando nada em troca, para além do que já foi.

E será que vale a pena? 

Lá dizia o nosso poeta, que sim, que vale a pena, se a alma não for pequena.

E a nossa não o é!

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Manuela Moreira

 

sábado, 4 de julho de 2026

Desidratação - medida de emergência

 


Desidratação



(Medida de emergência)

<Soro Caseiro>

O soro caseiro ajuda a prevenir a desidratação, sobretudo se estiver com episódios de diarréia ou vómitos.

Para preparar, misture bem os seguintes ingredientes até dissolver por completo: 
  • 1 litro de água filtrada, fervida (e já fria) ou mineral engarrafada
  • 1 colher de sopa bem cheia (ou 2 rasas) de açúcar (20 g)
  • 1 colher de café rasa de sal (3,5 g) 
O sabor deve ser levemente salgado, parecido com o de uma lágrima. Se ficar muito salgado ou doce, descarte e faça um novo.
Deve ser bebido em pequenos goles ao longo do dia. A solução deve ser guardada em temperatura ambiente ou no frigorífico e ser descartada após 24 horas.

Equipa nova

   
  (República)


(Alfragide)






                                                           ???                                         (Quem mexeu no Port-Channel ?)




Xiiiii, agora é que os prazos ficam mesmo comprometidos...


Faltava também este...



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Manuela Moreira

sexta-feira, 3 de julho de 2026

 




Inspiração e rabiscos

 


Às vezes não há,
Às vezes não vem,
e dizem-te: "Então não escrevas.
Colhe apenas o que semeaste e 
deixa-te estar tranquila".
Mas a escrita é também um vício.
Um vício bom, mas que, senão flui, 
causa frustração e desgaste.
Não é que as ideias te abandonem..
Pelo menos no meu caso, isso não acontece.
No entanto, o que te ocorre escrever,
parece passado a mata-borrão e sem interesse.
São rabiscos da imaginação.
Fiapos de nadas, que juntos não compõem um todo.

Vou rabiscar mais um pouco para outro lado, 
a ver se a inspiração volta.


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Manuela Moreira


quinta-feira, 2 de julho de 2026

A Margem do Instante

 


Há qualquer coisa no movimento de um rio que se parece com o pulsar das nossas horas. Olhamos para a água e temos a ilusão de que ela corre para longe, quando, na verdade, é apenas o momento que se substitui, camada sobre camada, como as folhas de um calendário antigo.

Vivemos na pressa de chegar à outra margem, como se o destino final fosse o único lugar onde a paz decide fazer morada. Mas, se pararmos um pouco — talvez com o pretexto de uma chávena de café ainda quente, o aroma a misturar-se com o ar da manhã — percebemos que a vida não está na margem oposta. A vida é exatamente este espaço suspenso entre o que deixámos para trás e o que ainda não desenhámos no horizonte.

Nas crónicas que escrevemos — e nas que vivemos sem papel nem tinta — há uma sabedoria silenciosa em notar o detalhe. O slogan que ressoa na memória de uma infância publicitária, o zumbido quase impercetível de um servidor que garante que o mundo não pare, o conforto de um gesto de cuidado dedicado a quem nos viu crescer.

Atravessar o rio não é vencer a distância. É aprender a ler o reflexo da luz na corrente, sabendo que, embora a água nunca seja a mesma, a margem — a nossa essência, os nossos afetos, o nosso lugar — permanece, paciente, à nossa espera.

Hoje, a crónica é apenas isto: um convite para que, da próxima vez que olhares para a corrente, não tenhas pressa de chegar ao outro lado. Onde estás agora é o lugar onde a história acontece.

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Gemini

(A minha IA de estimação)

Nota Adicional: Convém esclarecer que lhe pedi para criar um post para ser publicado no meu blog, sendo o tema livre.

Debilidades

 


A finitude não é tão triste quanto a perda das faculdades.

A debilidade instalada sem que seja percetível ao próprio,

leva a consciência a um outro nível,

mascarando a realidade

e trazendo dor.

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Manuela Moreira

Wikipedia

Resultados da pesquisa


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Selinho oferecido pela Verinha

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a quem eu muito agradeço!

Experiência em Lisboa - "QUAKE" - Simulador vídeo mapping e efeitos especiais

Experiência  em Lisboa - "QUAKE" - Simulador vídeo mapping e efeitos especiais
Terremoto de Lisboa - 1755