Às vezes, quando o sono não vem,
ou quando a preguiça se espraia,
dou por mim a ler outros blogs, de quem me visitou outrora.
Tal como gosto, quando alguém me lê, gosta e comenta,
também eu gostaria de ler, gostar e comentar.
Muitas vezes isso ocorre,
e há por aí veias poéticas e gente que tem queda para a escrita,
que deixa verve que dá gosto ler.
Mas há também, e que me perdoem por dizê-lo,
quem muito rime e que nada seja, e que nada fique.
Rimar é o mote do poema, e todos almejamos esse feito,
ou quando a preguiça se espraia,
dou por mim a ler outros blogs, de quem me visitou outrora.
Tal como gosto, quando alguém me lê, gosta e comenta,
também eu gostaria de ler, gostar e comentar.
Muitas vezes isso ocorre,
e há por aí veias poéticas e gente que tem queda para a escrita,
que deixa verve que dá gosto ler.
Mas há também, e que me perdoem por dizê-lo,
quem muito rime e que nada seja, e que nada fique.
Rimar é o mote do poema, e todos almejamos esse feito,
no entanto, ter graça e jeito, não é para todos.
não me incluo, por certo,
que poucas foram as vezes que alcancei esse mérito.
Prefiro a prosa rimada, se é que o termo existe,
desde que flua e que faça sentido,
que seja a minha verdade e o meu desabafo,
outros sentirão, por certo, o que eu senti.
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Manuela Moreira
A poesia não é a minha praia, Manuela; por isso, contento-me com a prosa. ;) Mas gostei deste teu teu texto e do blog! Meu abraço, boa semana.
ResponderEliminarObrigada!
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