Ontem, abrimos uma garrafa de champagne.
Eu chamo-lhe champagne, mas na realidade, foi este vinho italiano:
(Bottega Rose Gold Prosecco)Eu chamo-lhe champagne, mas na realidade, foi este vinho italiano:
Como nestas questões de champagnes e companhia, eu já sei como é,
que acaba sempre por sobrar, já que depois do brinde terminado, não se bebe muito mais..
e como, da minha, não muito grande, mas enfim, experiência,
que acaba sempre por sobrar, já que depois do brinde terminado, não se bebe muito mais..
e como, da minha, não muito grande, mas enfim, experiência,
nunca há rolha capaz de guardar o gás destes vinhos,
resolvi comprar umas caricas de plástico à venda na Temu,
que me pareceram a solução ideal para o problema.
E ontem, saco eu da dita 'carica' e toca de tapar a garrafa.
E ontem, saco eu da dita 'carica' e toca de tapar a garrafa.
(Carica de plástico)
Passados mais ou menos 20 segundos, fiquei desanimada, porque a tampa saltou.. :(
e, basicamente, o meu trabalho ao longo da noite foi tapar a garrafa,
e, basicamente, o meu trabalho ao longo da noite foi tapar a garrafa,
sistematicamente, depois da tampa saltar..
Pensei...
Pensei...
assim como assim, hás de perder o gás..
e quem há de ganhar esta luta hei de ser eu..
E foi isso que pensei, até mais ou menos as 13h30 de hoje.
Não é que a bendita da tampa, depois de passar a noite a tapar a garrafa,
hoje voltou a saltar.. fazendo inclusivamente um barulho de pressão?!
E foi isso que pensei, até mais ou menos as 13h30 de hoje.
Não é que a bendita da tampa, depois de passar a noite a tapar a garrafa,
hoje voltou a saltar.. fazendo inclusivamente um barulho de pressão?!
Meus deuses!
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Manuela Moreira
(Obs: Mérito do vinho, certamente...)