(Amigos Improváveis)
Um dos filmes que eu muito gostei de assistir,
e na realidade já voltei a ver várias vezes,
foi exatamente este filme, 'Les Intouchables'.
Tem uma dose de humor sempre presente,
que suaviza os temas mais intensos que são ali retratados.
Leva-nos da gargalhada fácil, ao nó na garganta,
com direito a lágrimas no canto do olho, pelo caminho.
Comove-nos e inspira-nos e falando nele, no filme,
já me deu vontade de assisti-lo novamente.
foi exatamente este filme, 'Les Intouchables'.
Tem uma dose de humor sempre presente,
que suaviza os temas mais intensos que são ali retratados.
Leva-nos da gargalhada fácil, ao nó na garganta,
com direito a lágrimas no canto do olho, pelo caminho.
Comove-nos e inspira-nos e falando nele, no filme,
já me deu vontade de assisti-lo novamente.
(Se o descobrir na Internet, sou bem capaz de o escolher para passar o meu serão).
Mas quando eu escolhi este título para esta publicação,
não era a pensar neste género de 'intocáveis' que eu estava, na realidade!
Estava a pensar que há quem esteja escudado e protegido dos infortúnios da vida,
das 'quotas' partes menos boas, que te podem prejudicar, e assim, dessa forma,
dependendo do lado em que tenhas ficado, até mesmo se funcionasse por probabilidades,
dependendo do lado em que tenhas ficado, até mesmo se funcionasse por probabilidades,
ora poderias ficar melhor ora poderias ficar pior.
No entanto, a realidade pode ser um pouquinho diferente, acreditem!
Comparativamente, ou talvez não,
nas decisões políticas, por muito que se apregoe a preocupação com os cidadãos,
o que conta, afinal, é a gestão do orçamento.
Se as verbas em causa fossem empregues precisamente naquilo que se vê
à vista desarmada e que faz falta, nada a contestar.
No entanto, mais uma vez, a realidade é bem diferente,
Extinguem-se órgãos públicos, apregoando grandes poupanças no erário público,
mas logo a seguir, sabe-se da criação de novos Institutos onde o sobrinho do amigo é escolhido para diretor, mas apenas porque é competente e de confiança, não se pense mal...
Com as extinções, sobrecarregam-se outras Entidades,
que para conseguirem gerir as competências herdadas, são obrigadas a gastar o triplo.
o que conta, afinal, é a gestão do orçamento.
Se as verbas em causa fossem empregues precisamente naquilo que se vê
à vista desarmada e que faz falta, nada a contestar.
No entanto, mais uma vez, a realidade é bem diferente,
Extinguem-se órgãos públicos, apregoando grandes poupanças no erário público,
mas logo a seguir, sabe-se da criação de novos Institutos onde o sobrinho do amigo é escolhido para diretor, mas apenas porque é competente e de confiança, não se pense mal...
Com as extinções, sobrecarregam-se outras Entidades,
que para conseguirem gerir as competências herdadas, são obrigadas a gastar o triplo.
Então, mas a ideia inicial não era poupar? :)
Será que no final, contas feitas, há de facto alguma poupança,
que vá beneficiar algo ou alguém anónimo ao sistema, para além dos intocáveis do costume?
que vá beneficiar algo ou alguém anónimo ao sistema, para além dos intocáveis do costume?
Não sei. Sinceramente, tenho muitas e sérias dúvidas!
|
Manuela Moreira