Hoje em dia é muito raro ver televisão,
a não ser que haja um programa em específico que queira, à partida ver,
só vejo/ouço de passagem.
Mas, curiosamente, aquele som de fundo, funciona para mim, como uma companhia;
só vejo/ouço de passagem.
Mas, curiosamente, aquele som de fundo, funciona para mim, como uma companhia;
então, de manhã, quando me levanto, uma das primeiras ações a tomar,
é ligar a TV, que fica lá, a falar sozinha, como som de fundo.
Já fui, sobretudo na infância e adolescência, muito fã da televisão,
lembro-me de muitos programas juvenis que existiam - isto alternando entre Portugal e Brasil,
já que vivi nos dois países e às vezes nem sei distinguir o que vi em um ou no outro país - mas havia programação juvenil nos dois e captava a atenção dos jovens, sim.
Eram programas de qualidade. Davam-se ao trabalho de ter os jovens como público alvo.
Será que atualmente pensam que não vale mais a pena o esforço, já que partem do princípio que os jovens não vão querer ver? Porque têm Internet e afins?
Não sei se partir desse pressuposto é certo ou errado, mas eu lembro-me até hoje desses programas/séries que eu gostava muito, tais como: "Verão Azul", "Flipper", "Skippy the Bush Kangaroo" "Os Waltons", "Alf, uma Coisa do Outro Mundo", "Os Anjos de Charlie", "O Homem de 6 Milhões de Dólares", "A Mulher Biónica", "Os Flinststones", "Os Jetsons", "Popeye", "Ilha da Fantasia", "Uma Casa na Pradaria", "Daniel Boone", "The Love Boat", "Chefe mas Pouco", "Casei com uma Feiticeira", "Jeanny é um Génio", "O Elo Perdido", "Espaço 1999", "Os Cinco", "Dartacão e os 3 Moscãoteiros", "Fame", "Lassie", "Robbin Hood", "Mulher Maravilha", Macgyver", "O Homem da Atlântida", "Bonanza", "Dallas", "Sítio do Picapau Amarelo", "Buffy", "Moonlighting", "Médico de Família", "Smallville", entre muitos outros.
é ligar a TV, que fica lá, a falar sozinha, como som de fundo.
Já fui, sobretudo na infância e adolescência, muito fã da televisão,
lembro-me de muitos programas juvenis que existiam - isto alternando entre Portugal e Brasil,
já que vivi nos dois países e às vezes nem sei distinguir o que vi em um ou no outro país - mas havia programação juvenil nos dois e captava a atenção dos jovens, sim.
Eram programas de qualidade. Davam-se ao trabalho de ter os jovens como público alvo.
Será que atualmente pensam que não vale mais a pena o esforço, já que partem do princípio que os jovens não vão querer ver? Porque têm Internet e afins?
Não sei se partir desse pressuposto é certo ou errado, mas eu lembro-me até hoje desses programas/séries que eu gostava muito, tais como: "Verão Azul", "Flipper", "Skippy the Bush Kangaroo" "Os Waltons", "Alf, uma Coisa do Outro Mundo", "Os Anjos de Charlie", "O Homem de 6 Milhões de Dólares", "A Mulher Biónica", "Os Flinststones", "Os Jetsons", "Popeye", "Ilha da Fantasia", "Uma Casa na Pradaria", "Daniel Boone", "The Love Boat", "Chefe mas Pouco", "Casei com uma Feiticeira", "Jeanny é um Génio", "O Elo Perdido", "Espaço 1999", "Os Cinco", "Dartacão e os 3 Moscãoteiros", "Fame", "Lassie", "Robbin Hood", "Mulher Maravilha", Macgyver", "O Homem da Atlântida", "Bonanza", "Dallas", "Sítio do Picapau Amarelo", "Buffy", "Moonlighting", "Médico de Família", "Smallville", entre muitos outros.
Passava-se o mesmo na publicidade, com jingles que até hoje sei de cor, como o da "Pepsi", "Cigarros Hollywood", do "Nescafé", "Olá", "Citroen Dyane", "Presto", etc..
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Manuela Moreira
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